sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sabina !




Olá !!!


Estou postando rapidamente uma foto do Parque Sabina,

onde nós turma de pedagogia fomos juntamente

com nossa professora (Renata).


Estávamos empolgadíssimas, pois nehuma

de nós conhecíamos ..

HAHA'


Só posso dizer para quem ainda não, que VALE A PENA IR !


Desde já, desejo a todos um ótimo final de semana !


Beijoooooos, torçam por nós
só PROVAS agora ! OMG.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Dia 20.11 - Consciência Negra







Alma Negra 

Minh’alma negra ainda chora,
chora a crueldade do preconceito.
Que há muito o mundo, miseravelmente, tem feito.
Meus olhos choram lágrimas de sangue,
pois só vêem dor e maldade
Irmãos negros, pela cor, subjugados,
mundo afora humilhados.
Meu coração negro
Clama justiça ao meu povo
Milhares morrem de fome
E infinitas doenças ..
Esmagados no esquecimento
Por preconceito e violência
Minh’alma negra e forte
Grita por respeito e igualdade
Não apenas um dia de consciência,
direitos a dignidade, mas sim
Por toda a nossa existência!

(Sirlei L. Passolongo)




quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lua Nova - 20.11.09



Olá Galerinha !
Eu não vejo a hora de assistir a Lua Nova, creio que vocês tb não né ?
Pois é, se for como o livro nos mostra, vai ser FANTÁSTICO !
Dia 20 estarei lá, passe o tempo que for, demore a fila que demorar, eu não perco Lua Nova por nada .. HAHA'
Beijoos e ótima terça a todos !!!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Tire a Máscara !



A MÁSCARA

Quantas profundezas há no humano e quantas delas são máscaras.
Quanto disso é escudo, quanto disso é carne viva.
Quanta dor é cena, quanto é aço real
Enfrente cada máscara, desafie cada profundeza.
Aponte o meu abrigo, quebre minhas muletas, encontre o ponto fraco.
Analise meus complexos, destaque a inconsistência, confirme a veracidade.
Catalogue as mentiras, traduza a mente, refaça a ordem , articule relações.
Em preto e branco, a solução do enigma!

Diga onde está o refúgio, ilumine meus recônditos,
exponha meus medos, esmantele as certezas.
Refaça minhas dúvidas, realce o evasivo em cada máscara.
Explique seu reflexo em cada cor do sentir, exponha uma existência
até o abismo infinitesimal que remete ao meu âmago como um frio na espinha, um além-das-aparências.
Distinga as entrelinhas, delineie as nuances e nelas perceba as portas.
Invente as suas chaves, equacione meu tesouro e me revele a solução pulsando na vivência esquecida num quarto silente como uma criança triste, suja e cansada sem que haja abrigo
nos braços da solidão onde só sobrevive esperança misturada ao pó e às lágrimas, esperando uma chance de falar Pela boca de outrem.

André Díspore Cancian